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Mork - Preposterous

Gravadora
Free Mind Records
Ano
2009
Duração
24 min
Faixas
01. Calumnious (Intro)
02. The Misanthropic
03. Divine Sovereignty Corrupted
04. Heretic Doctrine
05. Forbidden Flesh
06. Hellstorm
02. The Misanthropic
03. Divine Sovereignty Corrupted
04. Heretic Doctrine
05. Forbidden Flesh
06. Hellstorm
Integrantes
.Samuel Borges: Voz, baixo e sintetizadores
.Pedro Peres: Guitarra
.Rafael Foizer: Guitarra
.Gabriel Rodrigues: Bateria
.Pedro Peres: Guitarra
.Rafael Foizer: Guitarra
.Gabriel Rodrigues: Bateria
Por Matheus Vieira
20/06/2009
Realmente para a Mork o título de Dimmu Borgir brasileiro não é em vão. Este debut EP dos brasilienses, Preposterous, é uma das melhores obras de Black Metal Sinfônico já feitas no Brasil.
Todos os elementos “básicos” do estilo estão presentes no lançamento. Os riffs cortantes de guitarra, o vocal brutal e a forte bateria ficam aqui mais nítidos graças à boa qualidade de gravação do álbum.
Destaque para o vocalista Samuel Borges, que além de cantar, toca baixo e programa os sintetizadores. Estes - ainda bem, não são exagerados, e realmente somam de maneira positiva o todo deste EP.
As seis composições são bem bacanas e sem dúvidas “The Misanthropic” e “Heretic Doctrine”, aparecem como as melhores. Vale acrescentar que agora a Mork é um sexteto, completado por Leonardo (sintetizadores) e Guilherme (Baixo)
Não poderia haver uma estreia melhor para a Mork. Mesmo com apenas três anos de existência, a banda já mostra profissionalismo e um direcionamento musical bem lapidado. Acredito que em breve, o Brasil será pouco.
20/06/2009
Realmente para a Mork o título de Dimmu Borgir brasileiro não é em vão. Este debut EP dos brasilienses, Preposterous, é uma das melhores obras de Black Metal Sinfônico já feitas no Brasil.
Todos os elementos “básicos” do estilo estão presentes no lançamento. Os riffs cortantes de guitarra, o vocal brutal e a forte bateria ficam aqui mais nítidos graças à boa qualidade de gravação do álbum.
Destaque para o vocalista Samuel Borges, que além de cantar, toca baixo e programa os sintetizadores. Estes - ainda bem, não são exagerados, e realmente somam de maneira positiva o todo deste EP.
As seis composições são bem bacanas e sem dúvidas “The Misanthropic” e “Heretic Doctrine”, aparecem como as melhores. Vale acrescentar que agora a Mork é um sexteto, completado por Leonardo (sintetizadores) e Guilherme (Baixo)
Não poderia haver uma estreia melhor para a Mork. Mesmo com apenas três anos de existência, a banda já mostra profissionalismo e um direcionamento musical bem lapidado. Acredito que em breve, o Brasil será pouco.



